HCFMB comemora seis anos de autarquia

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A partir de hoje, 1, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) inicia as comemorações pelos seus seis anos de autarquia.

O principal motivo pelo qual o HC foi autarquizado em 2010 foi a constatação de que, apenas com os recursos oriundos da Unesp, somados aos recursos do SUS, a sobrevivência do HC estava ameaçada. O hospital vinha de tempos em tempos e cada vez mais, passado por crises orçamentárias, que impactavam no custeio, investimento e reposição de recursos humanos, com evidentes reflexos na qualidade da assistência.

A autarquização possibilitou que o HCFMB desenvolvesse uma estrutura administrativa própria, mais adequada às suas necessidades. Possibilitou também que novos hospitais fossem inaugurados, como o Hospital Estadual (HEB) e o Serviço de Atenção e Referência em Álcool e Drogas (SARAD).

Também permitiu que dois novos prontos-socorros passassem a funcionar em Botucatu, um deles voltado para o atendimento de adultos e outro para crianças. E se mantém como palco de ensino e pesquisa para a UNESP, notadamente para a Faculdade de Medicina com seus cursos de Medicina Humana e Enfermagem, além da residência médica e residência multiprofissional.

Para celebrar esses seis anos, o HCFMB começa hoje uma série de entrevistas com diversos personagens de sua história, fundamentais para os avanços e benefícios deste novo modelo de gestão.

O primeiro depoimento é do chefe de Gabinete de Autarquia da Superintendência do HCFMB, Dr. André Balbi.

“A ideia da autarquização veio da necessidade de crescimento do HCFMB. O processo foi iniciado em 2010, quando dependíamos basicamente dos recursos da reitoria Unesp.

Embora já tenham se passado seis anos, não consideramos o HCFMB autarquizado completamente, por ser um processo lento, mas extremamente necessário. Hoje, temos um HCFMB totalmente modificado e desenvolvido em termos de tamanho, estrutura e recursos.

Nossa perspectiva de crescimento a longo prazo supera a crise econômica atual. Nossa melhora é progressiva, com a certeza de um futuro promissor.

A autarquização será melhor compreendida daqui há alguns anos, quando olharmos para trás e tivermos certeza que mais ganhamos do que perdemos”, diz Dr. André.

Veja, abaixo, o vídeo da entrevista com Dr. André Balbi:

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