HCFMB recebe pelo terceiro ano seguido reconhecimento pela adesão ao desafio de mudanças climáticas e de resíduos

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Entre os dias 5 e 6 de dezembro, durante o 11º Seminário de Hospitais Saudáveis, no Hospital Santa Catarina, em São Paulo, a coordenadora da Unidade Especial de Saúde Sustentável (UESS) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB), Prof.ª Dr.ª Karina Pavão recebeu duas placas de reconhecimento pelo desempenho nas campanhas globais “Desafio – A Saúde pelo Clima” e “Desafio Resíduos”.

De acordo com Prof.ª Karina, a Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis congrega 1046 membros de 54 países, sendo 170 no Brasil, desenvolvendo ações e campanhas mundiais que são coordenadas, em território brasileiro, pelo Projeto Hospitais Saudáveis. “O HCFMB faz parte da Rede Global e do Projeto Hospitais Verdes desde 2013 e tem realizado um trabalho de destaque no cenário nacional. Ainda temos muito a melhorar, mas os resultados já são significativos”, declara.

Sobre as campanhas

O “Desafio – A Saúde pelo Clima” é uma campanha internacional que visa mobilizar organizações de saúde ao redor do mundo a tomar medidas concretas contra as mudanças do clima e em defesa da saúde pública ambiental. Até 2018, somente 69 hospitais aderiram à campanha no Brasil. O HCFMB participa desde o início do Desafio em 2015, tendo como meta diminuir as emissões de gases de efeito estufa em 30% até 2020. “Para isto, precisamos do envolvimento e conscientização de todos a fim de utilizar racionalmente a energia, o transporte, os extintores e ares condicionados, a correta segregação e destino correto dos resíduos até o gerenciamento de gases anestésicos, como o óxido nitroso”, comenta a coordenadora da UESS.

Já o “Desafio Resíduos” tem o objetivo de mobilizar o setor de saúde para aprimorar as práticas de gestão, reduzindo a geração de resíduos, ampliando a reciclagem dos que não puderem ser evitados e reduzindo a proporção de resíduos perigosos que necessitam de tratamento especial. O HCFMB também participa do Desafio desde o início e ainda há metas a serem cumpridas. “O nosso resíduo comum está em torno de 57% e, segundo a Organização Mundial de Saúde, deveria estar em 80%. A conscientização de todos é fundamental para melhorarmos cada vez mais nossos processos”, finaliza Prof.ª Karina.

Maíra Masiero – Núcleo de Comunicação, Imprensa e Marketing HCFMB

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